A mulher que sou hoje, não tem medo de escuro. Ri do que realmente acha graça, e fala ‘uhum’ sem abrir a boca.
A mulher que sou hoje gosta de romantismo e inteligência nas mensagens e cartas de amor. Alguns clichês indispensáveis e a intimidade que só as paixões nos dão.
A mulher que me tornei, sabe que não se pode ficar a margem: é necessário um mergulho profundo, se realmente queremos fazer algo verdadeiro. A mulher que habita meu corpo deseja profundamente o contato com esse fogo cálido que são seus braços envolvendo esta cintura.
Essa mulher morena que vejo pelo reflexo, se preocupa com o que se espera dela, mas se preocupa mais com o que vai pensar de si própria nos instantes em que sua alma não é tomada por outras presenças.
É uma mulher grande e pequena.
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